Frank Bar lança nova cartela de drinques

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O Frank Bar completou dois anos e tem muitos motivos para comemorar, a começar pelos diversos prêmios conquistados, desde sua abertura em abril de 2015, variando entre melhor bar, melhor carta de drinques e melhor bartender. Spencer Amereno certamente é o grande artista que faz do bar, situado no lobby do Maksoud Plaza, um sucesso.

E a nova carta criada por Amereno não poderia ser diferente, afinal são meses de estudos, testes e trabalho árduo para apresentar versões exclusivas de famosos drinques, assim como grandes novidades aos amantes da coquetelaria. A edição 2017/2018 conta com 20 drinques, sendo 17 exclusivos, além de uma variada seleção de bebidas para apreciar doses também. Tudo isso integrado a um ambiente vintage, sofisticado e decorado com poltronas de couro vermelhas, uma luz mais baixa e uma equipe bem carismática.

Os drinques da nova seleção estão divididos em quatro seções: Simulacrum, Stratum, Circumlocution e Opus. A coquetelaria teve um boom mundial e o Brasil está conhecendo um novo conceito de drinques, do qual tem gostado bastante. O artesanal caiu nas graças do brasileiro, mas é preciso muita criatividade e inspiração para apresentar realmente um diferencial. “Não basta apenas oferecer uma releitura sem conceito, a ideia é continuar na vanguarda e ‘remar contra a maré’. Todo ano precisamos inovar mais que no passado”, afirma Spencer Amereno.

A primeira seção Simulacrum é focada em grandes ícones da coquetelaria, mas vai contra a mentalidade purista, de que o drinque deve seguir a receita à risca. É a escolha para quem quer viajar no tempo e entender o clima de quando e onde um drinque foi criado, com grandes interpretações e toques especiais do Head Bartender do Frank Bar.

Nesta divisão são citadas histórias de grandes nomes como Jerry Thomas, que teve enorme influência no século XIX e chamava muita atenção fazendo malabarismo com os utensílios do bar, usando abotoaduras, colares e anéis de diamantes. Ele lançou o Bar-Tender´s Guide em 1862 e trouxe pela primeira vez a receita de um “cock-tail”. Baseado em Thomas foi criado o ‘Improved Whiskey Cocktail’, com uma mistura de Bourbon Woodford Reserve, tintura de absinto, estragão mexicano, folha de pitanga, charuto e Jerry Thomas Own Decanter Bitters.

Outros influenciadores que também aparecem são Harry Johnson, russo que venceu como um dos cinco melhores e mais científicos bartenders da época em New Orleans; Emilio “Maragato” Gonzalez, espanhol que migrou para Cuba e trabalhou no famoso El Floridita; Harry Macelhone, determinante na coquetelaria do começo do século XX e conhecido por seu trabalho no Harry´s New York Bar; Santiago Policastro, considerado pai de todos os barmen latino-americanos; Don The Beachcomber, grande responsável pelo início do tiki-craze; Jorge Gasparó, que publicou o Guia Prático do Bartender, em que aparece pela primeira vez a tequila como base para uma mistura; Kazuo Uyeda, o inventor do hard shake e mestre da coquetelaria japonesa; e Harry Craddock, o último a ter feito um drinque antes da Prohibition em 1920 e inspiração para dois drinques do Frank Bar: ‘(Dry) Alaska’ e ‘Chrysanthemum’ feitos à base de gim e vermute, respectivamente.

Já a Stratum trata-se de uma camada da seção anterior, mas não é focada no autor e sim no drinque como influência. São coquetéis pouco populares, para não dizer esquecidos, e que precisam ser trazidos à tona, pois suas receitas têm potencial para se adequar ao paladar moderno, mas contando com um toque mais que especial de Spencer Amereno. Há três variações a serem experimentadas: ‘Ambrosia’, com Poire Williams Eua de Vie, Havana Club 7, marmelada de laranja vermelha com sour beer, Espumante Brut e CO²; ‘Mamie Taylor’, já apresentado na ação Segunda Dewar´s, e ‘Fernet Cocktail’, com um perfil de baunilha, amargo e resinoso.

A terceira parte é a Circumlocution. São drinques já bastante consumidos e podem ser difíceis para se fazer uma nova versão, mas existe criatividade para tudo, ainda mais nas mãos de Amereno. “Tudo pode ser recriado, desde que tenha qualidade e não seja um ultraje ao autor”, complementa Spencer. Aqui pode-se citar o ‘Maverick Negroni’, feito com Gin, Fernando de Castilla Classic Manzanilla, chocolate bitters, Amaro Lucano, óleo de castanha do pará e sal; o ‘Aperol Soyer Au Champanhe’; o ‘Sangre y Humo’, um Bloody Mary mais que renovado; e o ‘Non Compos Mentis’, uma nova versão do White Russian.

E a quarta seção chamada Opus é composta pelas obras de Spencer e tem tudo a ver com a contemporaneidade. São elas: ‘Ataraxia’, um drinque defumado, cítrico, levemente frutado e doce à base de Evan Williams Black; ‘A Smash’, composto por Gin Beefeater, Sencha Noily Prat, folhas de aipo, hortelã bicolor, chutney de manga, limão siciliano e puxuri; e o já conhecido ‘Nahua Cooler’, que tem aroma de lúpulo, é refrescante, lático e leva tequila.

Na seleção também continua um drinque mais que brasileiro criado pelo Sub-Chefe do bar, José Ronaldo, que traz seu toque baiano para a casa. O ‘Café da Manhã Nordestino’ leva Jim Beam Black, manteiga, xarope de café com especiarias, limão tahiti, ovo inteiro e cacau 100%, mais uma vez provando que a criatividade é o principal ingrediente da carta.

Serviço:
Frank Bar – situado no lobby do Maksoud Plaza Hotel
Endereço: Rua São Carlos do Pinhal, 424
Funcionamento: Domingos e feriados: 18h à meia-noite; Segundas, terças e quartas: 18h à 1h; Quintas, sextas e sábados: 18h às 2h (com direito a jazz ao vivo)
Preços: R$ 35,00 o coquetel

Fonte: Assessoria de Imprensa Maksoud Plaza Hotel

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